Rio-à-Porter tem marca a favor do meio ambiente
Blog LP foi conferir o 1º dia de Rio-à-Porter, salão de negócios de moda e design integrado ao Fashion Rio, e encontrou duas marcas de acessórios artesanais e ecológicos bacanas. A Lanno apresenta colares e pulseiras feitos à mão com fios de algodão que parecem couro, tingimento orgânico e acabamento em couro de salmão, batizado de bio leather. Conta com uma variada cartela de cores e peças que podem ser usadas dos 2 lados com inspiração na região sudoeste da Índia.
Mariana Iacia
Lanno: fios de algodão que parecem couro
Já a Zóia tem acessórios com inspiração africana, feitos com a utilização de materiais naturais como a fibra de bambu, alguns reciclados como o laminado pet e outros como a cerâmica plástica e o neoprene. Alguns dos modelos, inclusive, são feitos com a sobra da cerâmica de outros. Nada é desperdiçado! Pra saber mais, entre no site das 2 grifes (é o link no nome delas).
Mariana Iacia
Zóia: o colar de pet de um lado e fibra de bambu de outro
Igor Carvalho, infohunter do Blog LP
Acessórios ecológicos no Rio-à-Porter
Um colar de laminado de pet? Pode ser legal! O Blog LP pegou duas marcas eco no Rio-à-Porter, a feira de negócios do Fashion Rio, pra mostrar pra você. Pra ver o que elas fazem, dá uma passadinha no Recicle-se!
Mariana Iacia
O colar de pet da Zóia
Patachou – Fashion Rio primavera-verão 2010/11
O mundo do esporte com climinha futurista conquistou a Patachou. Os looks continuam curtos (mas nem tanto quanto no inverno, ufa), e a referência ao esportivo ajuda a quebrar um pouco o sensual: o short tem aquele recorte de short de corrida, aparecem detalhes de cinto de segurança em metal, decote nadador nas costas… Aliás, as costas são um dos focos dessa nova temporada – dá-lhe massagem pra relaxar depois de tanto olho gordo com elas expostas, tadinhas! O branco e o preto dominam o começo da apresentação, que depois se acende com pink, amarelaço… E a saia começa a se ampliar. Adeus, justos? (Jorge Wakabara)
British Colony – Fashion Rio primavera-verão 2010/11
Não poderia ter acontecido em melhor estilo a volta de Maxime Perelmuter às passarelas. Reativando a British Colony, o menino do Rio parece ter encontrado o ponto exato entre seus exercícios conceituais de construção/desconstrução e o apelo comercial. Não há regras, nem texto rebuscado sobre uma inspiração divina que norteie a coleção. Aqui, o que vale é o bom gosto, o corte apurado e boas ideias, muitas delas, como na alfaiataria certeira, que tem nos coletes-fraques ou nos paletós sequinhos, bicolores ou com a barra cortada assimetricamente seu melhor momento. São os novos básicos de alma clássica, exatamente o que manda o lema da grife. Fica difícil escolher entre as diversas calças, brancas, menta ou coral, de pregas e cropped fit – mais curtas, na altura da canela. Combinadas com os sapatos vazados dão certo ar dandi tropical ao homem de Maxime que, com linhos, malhas e algodões desabados dá o exemplo de que é possível ser chic até nas temperaturas mais elevadas. Os óculos de acetato e efeito tartaruga são para ter já! As meninas ganham vestidos, volumosos, repuxados ou estruturados, lembrando o universo japonista que o estilista tanto adora. São lindos os do bloco pincelado de azul. Até mesmo quando desconstrói a camisa Black-tie o resultado é preciso, leve e elegante. O savoir-faire na camisaria permanece intacto, felizmente. Minimalista, geométrico, carioca. Welcome back, Maxime! (Sylvain Justum)



