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	<title>Lilian Pacce &#187; Esther Mahlangu</title>
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		<title>Inspirações africanas pro inverno brasileiro</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Dec 2008 10:00:00 +0000</pubDate>
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			<content:encoded><![CDATA[<p>Lilian Pacce<br/><img src="http://lilianpaccehosted.cloudapp.net/wp-content/uploads/fotos/4410.jpg" /><br/><b>Esther Mahlangu</b><br/><br/></p>
<p>Depois de Vivienne Westwood, Zaha Hadid e irm&atilde;os Campana, a Melissa surpreende mais uma vez com sua estrat&eacute;gia global, valorizando grandes criativos. A parceira da vez &eacute; a artista sul-africana Esther Mahlangu, que vir&aacute; de convidada especial da marca de sapatos de pl&aacute;stico para o SPFW de janeiro. Conheci Esther em sua casa, l&aacute; no interior da &Aacute;frica do Sul, em 2006. Ela foi um ponto alto da viagem assim como as mulheres de sua tribo, as Ndebele, que s&atilde;o uma fac&ccedil;&atilde;o dos zulus surgida no s&eacute;culo 19.</p>
<p>Nascida em 1935, Esther Mahlangu foi descoberta pelos curadores do museu Georges Pompidou, de Paris, onde fez sua primeira exposi&ccedil;&atilde;o em 1989. Mal falava ingl&ecirc;s, que &eacute; l&iacute;ngua corrente entre as onze faladas em seu pa&iacute;s, muito menos! Nunca tinha sa&iacute;do de sua cidade&#8230; Mas Esther conquistou o Velho Mundo com o colorido de sua pintura (que at&eacute; os anos 50 era obtido atrav&eacute;s de pigmentos naturais e hoje &eacute; feita com tinta acr&iacute;lica) e seu tra&ccedil;o firme a m&atilde;o livre (que tem o desenho de uma l&acirc;mina como marca registrada). Em 91, depois de nomes como Alexander Calder, Frank Stella, Andy Warhol e David Hockney, ela foi convidada a transpor sua arte Ndebele para um carro BMW, trabalho que a levou &agrave; Documenta de Kassel, na Alemanha. E no ano seguinte fez uma parceria com a Comme des Gar&ccedil;ons, sim, a marca da estilista japonesa Rei Kawakubo. Esther virou cidad&atilde; do mundo, embora ela continue a morar na mesma casinha num vilarejo em Mpumalanga, ao norte de Pret&oacute;ria, onde vive a maioria dos Ndebele da &Aacute;frica do Sul. </p>
<p><img height="330" alt="" width="440" src="/imagens/upload/image/0%20FOTOS%20S%20SABI%20JOHAN_%20NEDEBELE%20060.jpg" /><br />
<strong>Arte de Esther em sua tribo, na &Aacute;frica</p>
<p></strong>A hist&oacute;ria de Esther poderia ser igual &agrave; de qualquer menina Ndebele. Desde crian&ccedil;a, as meninas Ndebele aprendem com suas m&atilde;es e av&oacute;s a fazer uma pintura especial nas paredes da casa, a trabalhar com mi&ccedil;angas e a criar o traje especial usado por elas em cerim&ocirc;nias e rituais. Elas n&atilde;o s&atilde;o mulheres-girafa como as da antiga Birm&acirc;nia (atual Mianm&aacute;), mas usam v&aacute;rios an&eacute;is de metal no pesco&ccedil;o e nas pernas, assim como largos braceletes de mi&ccedil;angas, um lindo avental tamb&eacute;m de mi&ccedil;angas e, sobre o peito nu, apesar do calor, cruzam um grosso cobertor de l&atilde; &ndash; antigamente, era a pr&oacute;pria pele de animal.</p>
<p>O colorido &eacute; forte, geom&eacute;trico e harm&ocirc;nico, igual &agrave;s paredes que elas pintam em suas casas durante o inverno, quando n&atilde;o h&aacute; chuva. Este aprendizado, restrito &agrave;s mulheres, come&ccedil;a de pequena. Na adolesc&ecirc;ncia, elas passam por rituais secretos que as &ldquo;ensinam&rdquo; a ser mulher. Esther logo se identificou com a pintura. Casou-se, teve tr&ecirc;s filhos. Mas cedo perdeu o marido e dois de seus filhos &ndash; sim, HIV &eacute; o grande drama local. E a falta dessas pessoas queridas acabou potencializando seu talento. Com o filho Elias, que a ajuda e acompanha, fez sua arte ganhar o mundo. E agora deve ganhar o Brasil.<strong> </strong></p>
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